24/05/2019 Undime

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Nota sobre o caso "Passarela da Adoção"

A Rede Nacional Primeira Infância (RNPI), da qual a Undime faz parte, se manifesta por meio de nota pública em discordância ao evento “Adoção na Passarela”, realizado na última terça-feira (21) pela Associação Mato-Grossense de Pesquisa e Apoio à Adoção (Ampara) em parceria com a Comissão de Infância e Juventude (CIJ) da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT).

O texto, apesar de reconhecer o propósito da Ampara ao realizar o evento, no sentido de encontrar um lar para crianças e adolescentes que estão em Instituições de Acolhimento, destaca, no entanto, que é necessário considerar, que a adoção é um processo complexo e delicado. Exige uma aproximação cuidadosa entre as crianças e adolescentes e as famílias desejosas de adotá-los. Requer, também, uma preparação e um acompanhamento desse processo por parte de equipe técnica especializada.

"A exposição em eventos públicos transforma a possibilidade da adoção, que deve ser construída com muito amor e responsabilidade, em um ato mercantil. Crianças não são mercadorias para serem expostas em um shopping para serem escolhidas por critérios rasos e superficiais, como a aparência num desfile para o qual 'se produziram', como foi dito pelos organizadores".

Leia aqui a nota na íntegra.

Entenda o caso

No dia 21 de maio, a Associação Mato-Grossense de Pesquisa e Apoio à Adoção (Ampara) em parceria com a Comissão de Infância e Juventude (CIJ) da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT) promoveram, em um Shopping de Cuiabá, o evento chamado “Adoção na Passarela”, um desfile de crianças aptas para adoção. O evento gerou polêmicas e manifestações contrárias por parte de diferentes órgãos e instituições.

Fonte: Undime

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